O aneurisma
cerebral é a mais freqüente de hemorragia cerebral
espontânea e apresenta uma alta taxa de mortalidade (1
em cada 5 pessoas que apresenta morte súbita tem diagnóstico
de ruptura de aneurisma cerebral em necropsias realizadas).
O aneurisma cerebral pode ocorrer a partir dos 20 anos de idade
e casos esporádicos foram relatados em crianças.
A causa mais comum para o desenvolvimento do aneurisma cerebral
é congênita, que associada a diversos fatores (tabagismo,
colesterol alto, hipertensão arterial, diabetes) podem
influenciar e levam a malformação da parede do
vaso sanguíneo. O indivíduo nasce com a parede
da artéria normal, mas com o passar do tempo acontece
o enfraquecimento na região de bifurcação
de vasos sanguíneos do cérebro, formando uma estrutura
sacular, que representa uma “bolsa de sangue”, o
aneurisma cerebral.
“Uma
em cada dez pessoas apresenta defeito congênito nas artérias”,
o que associado aos fatores predisponentes faz aumentar a incidência
da doença. Pessoas que apresentem parentes próximos
com diagnóstico de aneurisma e/ou história de
morte súbita, devem procurar assistência médica
especializada para se tentar o diagnóstico precoce e
preventivo do aneurisma (antes que ocorra o sangramento). Pessoas
com dores de cabeça diferente das dores de cabeça
usuais ou que dificilmente tem dor de cabeça e apresentam
dores de cabeça súbitas, bem como aquelas que
se queixam de visão dupla ou queda de pálpebra
associada a pequenas dores de cabeça, devem procurar
assistência, pois podem estar apresentando os chamados
“sinais de alerta” de ruptura de aneurisma cerebral.
Os “sinais de alerta” devem ser seriamente considerados
e constituem o melhor aviso para o diagnóstico preventivo
do aneurisma cerebral.
“Uma
em cada dez pessoas apresenta defeito congênito nas artérias”,
o que associado aos fatores predisponentes faz aumentar a incidência
da doença. Pessoas que apresentem parentes próximos
com diagnóstico de aneurisma e/ou história de
morte súbita, devem procurar assistência médica
especializada para se tentar o diagnóstico precoce e
preventivo do aneurisma (antes que ocorra o sangramento). Pessoas
com dores de cabeça diferente das dores de cabeça
usuais ou que dificilmente tem dor de cabeça e apresentam
dores de cabeça súbitas, bem como aquelas que
se queixam de visão dupla ou queda de pálpebra
associada a pequenas dores de cabeça, devem procurar
assistência, pois podem estar apresentando os chamados
“sinais de alerta” de ruptura de aneurisma cerebral.
Os “sinais de alerta” devem ser seriamente considerados
e constituem o melhor aviso para o diagnóstico preventivo
do aneurisma cerebral.
A história
do paciente associada aos sintomas avaliados pelo especialista
faz com que o diagnóstico preventivo possa ocorrer, antes
do sangramento do aneurisma cerebral (que pode ser fatal). O
diagnóstico precoce, com exame radiológico não-invasivo,
pode ser feito através do exame de angioressonância.
Este exame permite a análise dos vasos sanguíneos
no cérebro sem injeção de contraste. Os
casos mais complexos podem necessitar de exame de cateterismo,
com injeção de contraste, para melhor análise
e planejamento do tratamento. O tratamento deve ser analisado
de acordo com a particularidade de cada caso. Alguns pacientes
podem apresentar mais de um aneurisma e o tratamento deve visar
o aneurisma que rompeu e/ou aquele com maiores chances de ruptura.
Os aneurismas múltiplos podem ser tratados com uma única
cirurgia na dependência de sua localização.
O estado
do paciente é fundamental na decisão do tratamento.
Os pacientes que não sofreram a ruptura do aneurisma
são considerados grau I na classificação
de hemorragias. Os pacientes que sofreram a hemorragia e se
encontram em estado crítico (em coma) são considerados
grau IV ou V. Quanto maior o grau do sangramento maiores são
as possibilidades de seqüelas, por vezes irreversíveis.
Os pacientes
podem se beneficiar do tratamento endovascular (através
do fechamento do aneurisma com um cateter), entretanto o método
definitivo de tratamento é o tratamento microneurocirúrgico
com o fechamento do aneurisma sendo realizado com a colocação
de um ou mais “clipes” de titânio, que ocluem
totalmente a malformação. O tratamento com cateter
pode ser empregado em pacientes graves e/ou com situação
clínica que impeça a cirurgia, pois a oclusão
endovascular pode não acontecer completamente e haver
a formação de novos aneurismas. A prevenção
é o melhor caminho e dores de cabeça constantes
e alterações neurológicas devem ser pesquisadas
cuidadosamente pelo clínico geral e encaminhadas ao especialista
“.